sábado, 30 de abril de 2011

O que os meus olhos não podem ver...



Nem tudo nós podemos enxergar, nem tudo pode ser na verdade visto, como os sentimentos por exemplo, muitos sentimentos são expressados através de um olhar, mas outros estão escondidos no fundo do coração... não to falando só de amor ou paixão, mas tambem do medo, odio, e tristeza...
Muitas pessoas seguem o ditado: Ver para crer, e por isso não acreditam em muitas coisas, porque a palavra hoje em dia é muito desvalorizada, até as fotos são entendidas como montagem, muitos só acreditam vendo, porém nem tudo podemos ver!  
Então, não adianta procurar ler apenas o que voce ver, leia e entenda, pois minhas palavras vão mais alem disso, eu posso estar escrevendo isso ou apenas ter copiado, só que num dá pra voce ver, então isso prova que muitas duvidas hoje em dia, são causadas pelo fato das pessoas não acreditarem no que não ver, só no que sente! Mas a gente sente amor, e já acredita que é isso mesmo,mas o tempo passa e nos mostra que a gente talvez não soube enxergar o que realmente acontecia!

Um abraço!!

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Em quem confiar?


As vezes me pergunto se todos que falam comigo realmente falam com vontade, as vezes me sinto tão longe do mundo, e o pior é que quando eu to na boa, todo mundo me conhece, mas quando não me sinto o mesmo ainda por cima estou sozinho!
E eu me pergunto em quem confiar? Será que eu não posso acreditar em mais ninguem além de Deus?
Sabe quando voce esta no meio de uma multidão, mas mesmo assim se sente só e inseguro? é o que eu sinto agora! Talvez eu deva me afastar de algumas pessoas, talvez naum, mas a gente tem que se afastar do mundo pra ver quem é que corre atras de nós!

Enfim, talvez isso passe ou talvez não, mas mesmo que algumas pessoas digam eu te amo' na minha cara, e depois que mim der as costas mandar eu me phuder, eu estarei ao lado dela, pra mostrar que além de todos eu posso confiar em mim mesmo...

terça-feira, 26 de abril de 2011

Aulas! #chato




Hooy, estou passando para avisar que as postagens estão demorando a sair, devido as minhas aulas, e como tenho que estudar fica meio difcil entrar todo dia pra postar, mas sempre que puder estarei trazendo novidades e mostrando minhas idéias..
Vlw a tds..

sábado, 23 de abril de 2011

Money... é td?





Quando foi inventado, o dinheiro tinha a finalidade de facilitar as trocas. É que, antes de seu surgimento, a única alternativa era o famoso escambo, a prática de trocar um produto ou um serviço por outro. Se um criador de galinhas, por exemplo, precisasse de leite, teria que oferecer ovos ao criador das vacas. A ideia não era má, mas o problema era andar pelo mercado carregando ovos no bolso. Ou, pior, litros de leite.
Então alguém teve a ideia de criar uma espécie de “medida padrão” para todas as coisas, algo que fosse relativamente raro, mas que pudesse ser rapidamente reconhecido e mensurado – como o sal, por exemplo. Durante muito tempo, pedras de sal foram dinheiro. Assim, se 5 litros de leite custavam tanto de sal, o cidadão não precisava levar os ovos, e sim um saquinho cheio de pedrinhas brancas. E essas mesmas pedrinhas poderiam ser trocadas depois por ovos, galinhas, pão, roupas, transporte, moradia ou serviços gerais.
Assim, o mundo ficou mais prático. Só que o homem ganhou algo meio difícil de lidar, pois o valor do dinheiro não é só absoluto, é também relativo – o que gera algum desconforto, pois tudo o que é relativo terá grandes variações entre as pessoas, lógico.

A ambição não é um sentimento ruim, destrutivo, mas pode vir a ser se se transformar em uma obsessão. A ambição pode, inclusive, ser vista como uma espécie de energético existencial, que faz mover as pessoas e o mundo. E não tem uma moral própria – apropria-se da moral do ambicioso, de sua dimensão, de seu próprio propósito e desejo.

Muita gente pensa que dinheiro é tudo, mas na verdade o dinheiro só tem valor porque a gente dá, e nem tudo ele pode comprar! O dinheiro é o causador de muitos problemas hoje em dia! Eu penso, se Deus criou tudo isso por nós, só nos pedindo amor em troca, porque temos que pagar por um lugar no mundo? por que temos que pagar pela agua, que o senhor nos deu? Sinceramente, não há mais condição de existir um mundo sem dinheiro, um mundo em que temos tudo, até porque muitas pessoas num sabem aproveitar o que tem e além disso só quer pra se mesmo. Então mesmo tendo que suar pra ganhar o dinheiro, estudar pra um dia te-lo, eu agradeço a Deus pelo menos pela luz do sol, que não é cobrada! Porque o resto eles vão morrer e não vão levar nada!

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Pascoa...

             

A pascoa esta chegando e junto com ela todos aqueles chocolates irresistiveis, nessa epoca os coelhinhos são mais valorizados, e quem num gosta de um coelho de chocolate?

Mas a pascoa num é só chocolate! A Páscoa é uma festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu, até sua ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados. É o dia santo mais importante da religião cristã, quando as pessoas vão às igrejas e participam de cerimônias religiosas.
Na Páscoa, é comum a prática de pintar-se ovos cozidos, decorando-os com desenhos e formas abstratas. Em grande parte dos países ainda é um costume comum, embora que em outros, os ovos tenham sido substítuidos por ovos de chocolate. No entanto, o costume não é citado na Bíblia. Portanto, este costume é uma alusão a antigos rituais pagãos. Ishtar ou Astarte é a deusa da fertilidade e do renascimento na mitologia anglo-saxã, na mitologia nórdica e mitologia germânica. A primavera, lebres e ovos pintados com runas eram os símbolos da fertilidade e renovação a ela associados.

Um abração e Feliz Pacoa... 
                                                             

terça-feira, 19 de abril de 2011

O mito de Narciso...






Narciso era filho do deus-rio Cephisus e da ninfa Liriope, e era um jovem de extrema beleza. Porém, à despeito da cobiça que despertava nas ninfas e donzelas, Narciso preferia viver só, pois não havia encontrado ninguém que julgasse merecedora do seu amor. E foi justamente este desprezo que devotava às jovens a sua perdição.
Pois havia uma bela ninfa, Eco, amante dos bosques e dos montes, companheira favorita de Diana em suas caçadas. Mas Eco tinha um grande defeito: falava demais, e tinha o costume de dar sempre a última palavra em qualquer conversa da qual participava.
Um dia Hera, desconfiada - com razão - que seu marido estava divertindo-se com as ninfas, saiu em sua procura. Eco usou sua conversa para entreter a deusa enquanto suas amigas ninfas se escondiam. Hera, percebendo a artimanha da ninfa, condenou-a a não mais poder falar uma só palavra por sua iniciativa, a não ser responder quando interpelada.
Assim a ninfa passeava por um bosque quando viu Narciso que perseguia a caça pela montanha. Como era belo o jovem, e como era forte a paixão que a assaltou! Seguiu-lhe os passos e quis dirigir-lhe a palavra, falar o quanto ela o queria... Mas não era possível - era preciso esperar que ele falasse primeiro para então responder-lhe. Distraída pelos seus pensamentos, não percebeu que o jovem dela se aproximara. Tentou se esconder rapidamente, mas Narciso ouviu o barulho e caminhou em sua direção:
- Há alguém aqui?
- Aqui! - respondeu Eco.
Narciso olhou em volta e não viu ninguém. Queria saber quem estava se escondendo dele, e quem era a dona daquela voz tão bonita.
- Vem - gritou.
- Vem! - respondeu Eco.
- Por que foges de mim?
- Por que foges de mim?
- Eu não fujo! Vem, vamos nos juntar!
- Juntar! - a donzela não podia conter sua felicidade ao correr em direção do amado que fizera tal convite.
Narciso, vendo a ninfa que corria em sua direção, gritou:
- Afasta-te! Prefiro morrer do que te deixar me possuir!
- Me possuir... - disse Eco.
Foi terrível o que se passou. Narciso fugiu, e a ninfa, envergonhada, correu para se esconder no recesso dos bosques. Daquele dia em diante, passou a viver nas cavernas e entre os rochedos das montanhas. Evitava o contato com os outros seres, e não se alimentava mais. Com o pesar, seu corpo foi definhando, até que suas carnes desapareceram completamente. Seus ossos se transformaram em rocha. Nada restou além da sua voz. Eco, porém, continua a responder a todos que a chamem, e conserva seu costume de dizer sempre a última palavra.
Não foi em vão o sofrimento da ninfa, pois do alto, do Olimpo, Nêmesis vira tudo o que se passou. Como punição, condenou Narciso a um triste fim, que não demorou muito a ocorrer.
Havia, não muito longe dali, uma fonte clara, de águas como prata. Os pastores não levavam para lá seu rebanho, nem cabras ou qualquer outro animal a freqüentava. Não era tampouco enfeada por folhas ou por galhos caídos de árvores. Era linda, cercada de uma relva viçosa, e abrigada do sol por rochedos que a cercavam. Ali chegou um dia Narciso, fatigado da caça, e sentindo muito calor e muita sede.
Narciso debruçou sobre a fonte para banhar-se e viu, surpreso, uma bela figura que o olhava de dentro da fonte. "Com certeza é algum espírito das águas que habita esta fonte. E como é belo!", disse, admirando os olhos brilhantes, os cabelos anelados como os de Apolo, o rosto oval e o pescoço de marfim do ser. Apaixonou-se pelo aspecto saudável e pela beleza daquele ser que, de dentro da fonte, retribuía o seu olhar.
Não podia mais se conter. Baixou o rosto para beijar o ser, e enfiou os braços na fonte para abraça-lo. Porém, ao contato de seus braços com a água da fonte, o ser sumiu para voltar depois de alguns instantes, tão belo quanto antes.
- Porque me desprezas, bela criatura? E por que foges ao meu contato? Meu rosto não deve causar-te repulsa, pois as ninfas me amam, e tu mesmo não me olhas com indiferença. Quando sorrio, também tu sorris, e responde com acenos aos meus acenos. Mas quando estendo os braços, fazes o mesmo para então sumires ao meu contato.
Suas lágrimas caíram na água, turvando a imagem. E, ao vê-la partir, Narciso exclamou:
- Fica, peço-te, fica! Se não posso tocar-te, deixe-me pelo menos admirar-te.
Assim Narciso ficou por dias a admirar sua própria imagem na fonte, esquecido de alimento e de água, seu corpo definhando. As cores e o vigor deixaram seu corpo, e quando ele gritava "Ai, ai", Eco respondia com as mesmas palavras. Assim o jovem morreu.
As ninfas choraram seu triste destino. Prepararam uma pira funerária e teriam cremado seu corpo se o tivessem encontrado. No lugar onde faleceu, entretanto, as ninfas encontraram apenas uma flor roxa, rodeada de folhas brancas. E, em memória do jovem Narciso, aquela flor passou a ser conhecida pelo seu nome.
Dizem ainda, que quando a sombra de Narciso atravessou o rio Estige, em direção ao Hades, ela debruçou-se sobre suas águas para contemplar sua figura.